Revista Costeira de Gestão Integrada

Foi publicado novo número da Revista Costeira de Gestão Integrada (RCGI), com o título de Lixo Marinho, com 15 artigos variados relevantes ao tema lixo marinho.

A Revista Costeira de Gestão Integrada publica artigos sobre todos os temas relacionados com a gestão costeira, principalmente na oceanografia costeira (física, geológica, química, biológica), engenharia, economia, sedimentologia, sociologia, ecologia, história, poluição, direito, biologia, antropologia, química, política, etc.

A RCGI está disponível online e é totalmente gratuita. Segue os tópicos e os respectivos links para download:

O Brasil tem à disposição uma nova ferramenta capaz de prever as mudanças do desenho do litoral em até 50 anos. O Sistema de Modelamento Costeiro Brasileiro (SMC-Brasil) é uma adaptação da ferramenta espanhola voltada para gestão litorânea. Ele vai ajudar gestores em políticas para adaptação às mudanças climáticas no litoral.

Brasil, Uruguai e Argentina terão projeto conjunto para adaptação aos efeitos das mudanças climáticas na zona costeira. Chamado Atlasur, o projeto é coordenado pela Unesco e tem o objetivo de encontrar ações que possam ser desenvolvidas na costa dos três países e incorporadas pelos governos na agenda de desenvolvimento e meio ambiente.

Até julho, os ministérios do Meio Ambiente e do Planejamento, estados e universidades vão criar as diretrizes sobre como o projeto Atlasur será desenvolvido no Brasil. O projeto terá US$ 12 milhões do Fundo para o Meio Ambiente Global (GEF, em inglês), com contrapartida dos países.

O resultado de mais de dois anos de análise do Centro de Ecologia da Universidade de Queensland e envolveu 44 dos melhores cientistas marinhos e sociais do país, o projeto mostra ao governo federal um roteiro detalhado para fazer tomadas de decisões precisas sobre seus planos para uma nova área de proteção marinha no sudoeste da Austrália para o final deste ano.

Especialistas apontam a especulação imobiliária nas praias e atividades industriais como ameaça às comunidades tradicionais de pescadores.

A especulação imobiliária na costa brasileira e o modelo industrial de pesca ameaçam as comunidades tradicionais de pescadores. O alerta de especialistas foi o destaque da conferência "A Qualidade de Vida das Comunidades Pesqueiras", durante a 62ª Reunião Anual da SBPC, na semana passada.

Cerca de três milhões de pessoas dependem diretamente da pesca artesanal no Brasil, segundo dados apresentados pelo pesquisador da Universidade Federal Rural do Amazonas (Ufram), Eduardo Tavares Paes. Só no estado do Pará, a atividade corresponde a 80% da produção total.